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	<title>IMAX Digital &#187; constance moreira</title>
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	<description>Qualidade em exames</description>
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		<title>A voz de CORAGEM de hoje é de Constance Moreira, veja o depoimento</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Oct 2018 13:55:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[DICAS]]></category>
		<category><![CDATA[campanha coragem]]></category>
		<category><![CDATA[constance moreira]]></category>

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		<description><![CDATA[A voz de CORAGEM de hoje é da advogada Constance Moreira Modesto, de 30 anos. Ela também venceu o câncer de mama e tem um recado importante pra vocês! &#8212;&#8212; &#8220;Nada acabou, é só o começo de uma luta para ganhar o resto da vida. Em fevereiro de 2017 eu estava passeando com o meu cachorro, ele arranjou uma briga e me deu uma patada no seio. Neste mesmo dia eu viajei a trabalho para o Rio de Janeiro e, quando fui tomar banho no hotel, vi que meu peito estava vermelho, passei a mão e encontrei um caroço. Eu achei que o caroço poderia ser do machucado porque estava bem vermelho. Fui ao meu médico e ele me pediu a ultrassonografia que mostrou apenas o cisto, que foi o que ocorreu na pancada. Mesmo assim ele me achou estranho, me encaminhou para o hematologista, que fez uma punção para ver o que tinha lá dentro. Ele achou que o conteúdo era normal, mas ao invés do hematoma diminuir, ele continuou crescendo e vascularizou, ficou com quase dez centímetros. No dia 07/08/2018 passei por um procedimento para tirar esse cisto, quando o médico abriu e tirou, teve uma hemorragia e, em baixo, tinha um tumor. Ele conteve a hemorragia, fechou e mandou uma amostra do tumor para a biópsia. Quando saiu o resultado, a biópsia apontou que era um carcinoma maligno. Comecei a investigar qual tipo de câncer e já estava com a mastectomia marcada, para 25 de setembro. Havia dúvida do tipo de tumor que era, existia a hipótese de ser carcinoma de matiil, o que era um diagnóstico pior porque o câncer vai se espalhando pelo corpo e eu teria que passar o resto da vida retirando pedaços meus. Quando saiu o resultado da biópsia, era câncer de mama. Era um diagnóstico menos pior. Dos males o menor. Eu tive que tirar toda a mama e tirar os vasos linfáticos das axilas. O diagnóstico definitivo me disse que a minha doença, o câncer de mama, tem 98% de chances cura. Cada pessoa tem um tipo de câncer, hormonal ou genético, por exemplo. No meu caso, é triplo negativo, que é o mais agressivo. Agora estou fazendo exames genéticos porque minha prima de primeiro grau também foi diagnosticada então a chance de ser hereditário é imensa. Passei por um protocolo de 16 quimioterapias, três vermelhas e o restante brancas. Eu não senti nenhum efeito colateral, nem enjoo nem nada &#8211; que frequentemente é relatado. Eu mudei toda a minha alimentação, comi apenas o que as nutricionistas do Uncoville descrevem no manual de alimentação dos pacientes quimicoterápicos. Fui para a praia, entrei no mar e tomei sol. Respeitei a minha vontade e principalmente a qualidade de vida. O acompanhamento médico é essencial, tem realizar os exames preventivos. Enquanto mais cedo diagnosticado maior a chance de cura e menor o impacto na vida dessa mulher. Tanto a cirurgia, que pode não precisar retirar a mama inteira, quanto o protocolo quimioterápico que pode ser diferente. O diagnóstico precoce é bem necessário, principalmente em relação as chances de cura. A mente precisa estar forte. Tem que estar sendo acompanhada por um psicologo ou psiquiatra e equilibrar a serotonina, não praticar o isolamento, que é comum&#8221;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A voz de CORAGEM de hoje é da advogada Constance Moreira Modesto, de 30 anos. Ela também venceu o câncer de mama e tem um recado importante pra vocês!</p>
<p>&#8212;&#8212;</p>
<p>&#8220;Nada acabou, é só o começo de uma luta para ganhar o resto da vida.</p>
<p>Em fevereiro de 2017 eu estava passeando com o meu cachorro, ele arranjou uma briga e me deu uma patada no seio. Neste mesmo dia eu viajei a trabalho para o Rio de Janeiro e, quando fui tomar banho no hotel, vi que meu peito estava vermelho, passei a mão e encontrei um caroço.</p>
<p>Eu achei que o caroço poderia ser do machucado porque estava bem vermelho. Fui ao meu médico e ele me pediu a ultrassonografia que mostrou apenas o cisto, que foi o que ocorreu na pancada.</p>
<p><a attid="1599"  href="http://www.clinicaimax.com.br/wp-content/uploads/2018/10/44745965_1153806681435987_572090558655234048_n.jpg"><img src="http://www.clinicaimax.com.br/wp-content/uploads/2018/10/44745965_1153806681435987_572090558655234048_n-200x300.jpg" alt="" title="44745965_1153806681435987_572090558655234048_n" width="200" height="300" class="alignleft size-medium wp-image-1599" /></a></p>
<p>Mesmo assim ele me achou estranho, me encaminhou para o hematologista, que fez uma punção para ver o que tinha lá dentro. Ele achou que o conteúdo era normal, mas ao invés do hematoma diminuir, ele continuou crescendo e vascularizou, ficou com quase dez centímetros.</p>
<p>No dia 07/08/2018 passei por um procedimento para tirar esse cisto, quando o médico abriu e tirou, teve uma hemorragia e, em baixo, tinha um tumor. Ele conteve a hemorragia, fechou e mandou uma amostra do tumor para a biópsia.</p>
<p>Quando saiu o resultado, a biópsia apontou que era um carcinoma maligno. Comecei a investigar qual tipo de câncer e já estava com a mastectomia marcada, para 25 de setembro.</p>
<p>Havia dúvida do tipo de tumor que era, existia a hipótese de ser carcinoma de matiil, o que era um diagnóstico pior porque o câncer vai se espalhando pelo corpo e eu teria que passar o resto da vida retirando pedaços meus.</p>
<p>Quando saiu o resultado da biópsia, era câncer de mama. Era um diagnóstico menos pior. Dos males o menor. Eu tive que tirar toda a mama e tirar os vasos linfáticos das axilas.</p>
<p>O diagnóstico definitivo me disse que a minha doença, o câncer de mama, tem 98% de chances cura. Cada pessoa tem um tipo de câncer, hormonal ou genético, por exemplo.</p>
<p>No meu caso, é triplo negativo, que é o mais agressivo. Agora estou fazendo exames genéticos porque minha prima de primeiro grau também foi diagnosticada então a chance de ser hereditário é imensa.</p>
<p>Passei por um protocolo de 16 quimioterapias, três vermelhas e o restante brancas. Eu não senti nenhum efeito colateral, nem enjoo nem nada &#8211; que frequentemente é relatado.</p>
<p>Eu mudei toda a minha alimentação, comi apenas o que as nutricionistas do Uncoville descrevem no manual de alimentação dos pacientes quimicoterápicos.</p>
<p>Fui para a praia, entrei no mar e tomei sol. Respeitei a minha vontade e principalmente a qualidade de vida.</p>
<p>O acompanhamento médico é essencial, tem realizar os exames preventivos. Enquanto mais cedo diagnosticado maior a chance de cura e menor o impacto na vida dessa mulher.</p>
<p>Tanto a cirurgia, que pode não precisar retirar a mama inteira, quanto o protocolo quimioterápico que pode ser diferente.</p>
<p>O diagnóstico precoce é bem necessário, principalmente em relação as chances de cura. A mente precisa estar forte. Tem que estar sendo acompanhada por um psicologo ou psiquiatra e equilibrar a serotonina, não praticar o isolamento, que é comum&#8221;.</p>
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