Hoje, temos o depoimento da artista visual de 30 anos, Fernanda Alonso, para a campanha CORAGEM. Assim que ela detectou o tumor procurou auxílio médico.
Conheça a história desta mulher corajosa, que venceu o câncer:
“Eu senti durante o banho, na mama esquerda, que tinha alguma coisa diferente. Senti um certo calombo. Hoje é o que eles chamam de auto-exame, mas no meu caso não foi proposital.
Sou filha de médica e me preocupei com o caroço na hora. No dia seguinte já consegui marcar médico e eles descartaram a hipótese do câncer porque eu era muito nova, tinha 26 anos.
Foi uma grande surpresa quando saiu o resultado da biópsia dando positivo para o câncer de mama. Na mamografia eles não conseguiram precisar se era câncer mesmo. Eu já estava procurando um oncologista na época, passei por vários processos que eu nem imaginava.
Tive uma certa urgência para iniciar o tratamento porque os médicos imaginavam que era um tipo grave de câncer devido a minha idade.
Como em alguns casos o câncer de mama pode causar infertilidade, corri para fazer o congelamento de óvulos e não consegui. Recebi uma grande quantidade de hormônios no tratamento, fiz seis sessões de quimioterapia e fui internada algumas vezes por causa de baixa imunidade, passei por vários casos delicados com risco de morte inclusive, devido à infecção.
Comecei o tratamento no dia 22 de setembro de 2015 e finalizei o radioterápico em 2 de janeiro de 2016.
Foi tirado praticamente um quarto da mama, como eu tinha bastante seio não precisou colocar nada porque sobrou bastante.
Foi um processo bastante delicado porque nós não temos muita informação. Eu não sabia que a quimioterapia fazia o que fazia, tive queimaduras bem fortes embaixo do braço por exemplo, de terceiro grau.
Eu estou no terceiro ano após o câncer e faço acompanhamento semestral. Vou seguir assim por mais dois anos.
Eu diria graças ao fato de eu estar muito atenta à minha saúde. Ia à ginecologista todo ano e mesmo fazendo tudo direitinho eu descobri o tumor, mas descobri em um período inicial, decorrente de uma atenção. Sei que hoje as mulheres estão numa onda de feminismo. Precisamos nos cuidar e nos amar, evitar que sejamos pegas de surpresa.
Encontrei muita gente que estava em estágios mais avançados do que o meu. No meu tratamento, que eu estava com um tumor menor, de 2 cm – menos invasivo – teve todo esse transtorno. Enquanto antes se descobrir menos agressivo é o tratamento.
Eu poderia ter encontrado o câncer antes antes, mas esse tumor é mais agressivo e ele cresce mais rápido. O tratamento é muito difícil, não é apenas a queda de cabelo, tem marcas que eu trago até hoje.
Temos que nos priorizar, temos filho, marido e trabalho e temos que nos cuidar porque somos a base da família. Tive muitos aprendizados e cresci muito como pessoa”.
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