A obesidade produz alterações celulares que promovem a origem de células cancerígenas, de acordo com uma pesquisa publicada pela revista científica Nature Communications.
A obesidade é uma doença crônica e está diretamente relacionada com ao menos 10% das mortes oncológicas em não fumantes no mundo.
De acordo com o estudo, uma das hipóteses é que a obesidade eleva os níveis de insulina, hormônio que aumenta o metabolismo e a duplicação celular. O tecido gorduroso também produz hormônios femininos que são fatores de risco para o desenvolvimento do câncer de mama, o tipo com maior incidência entre os pacientes com excesso de peso.
Outro ponto é a inflamação crônica causada pela obesidade, algo que também aumenta o risco de desenvolvimento de cânceres.
Estudos epidemiológicos mostram a importância de fatores culturais e de estilo de vida, sendo 5% a 10% hereditários e 20% a 50% atribuídos a fatores de risco modificáveis, incluindo inatividade física e escolhas nutricionais que levam à obesidade. O aumento da gordura abdominal aumenta o risco para tumores mais agressivos.
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